O blog "estroboscópica, tem como intuito de "divulgar" as peculiaridades de cada site e suas matérias incentivado a leitura, e alimentando o conhecer de cada leitor aqui neste blog, sem fins lucrativos apenas um esboço para ter um ponto de partida, Obrigado.
Jayne Gackenbach, da Universidade Grant MacEwan, do Canadá, publicou uma pesquisa que diz que os jogadores de videogames tem maior poder para controlar os próprios sonhos. O trabalho foi apresentado na Sexta Conferência Anual de Jogos para a Saúde, acontecida em Boston, no mês de maio.
De acordo com o estudo, os gamers tem maior capacidade de relatar sonhos “lúcidos”, além decontrolá-los como participante. Os sonhos dos jogadores são maisviolentos, e os pesadelos são encarados como divertimento, ao invés de ser motivo de medo.
Um projeto totalmente inusitado pretende intensificar a emoção das pessoas através de uma roupa que grava determinadas memórias e emoções para reprodução futura.
O homem tem encontrando soluções para diversos problemas, contudo alguns nunca terão uma resolução. A morte é o principal obstáculo para a humanidade, que desde os tempos mais primórdios vem buscando um meio viver eternamente.
No entanto, existem cientistas que têm os pés no chão e por isso não tentam impedir a morte, mas focam suas pesquisas e projetos na longevidade da memória das pessoas. Atualmente só lembramos-nos de seres ausentes através de fotos, vídeos e de nosso próprio cérebro. Todavia, algumas cientistas pretendem mudar isso e aumentar as emoções dos seres viventes. Conheça o projeto
Janis Jefferies, Barbara Layne e Miguel Andres-Clavera são os diretores criativos que originaram um dos mais inusitados projetos de todos os tempos: uma roupa capaz de coletar dados diversos que contêm informações sobre emoções, ações e até atividades involuntárias da pessoa — como o ritmo dos batimentos do coração, a respiração e temperatura do corpo.
Tais dados são coletados através de sensores diversos espalhados em uma jaqueta altamente tecnológica, capaz de transmitir as informações para um dispositivo móvel (como um celular), graças à tecnologia sem fio embutida na roupa. Veja como funciona: uma quantidade imensurável de informações é coletada de uma pessoa qualquer durante um longo período. Depois que essa pessoa morre, suas memórias ficam guardadas num banco de dados.
Um parente ou amigo da pessoa pode então adquirir uma jaqueta do mesmo tipo e utilizar a tecnologia de maneira inversa: para receber as “memórias” da pessoa ausente. Como se não bastasse essa ideia totalmente inovadora, a jaqueta pode analisar o estado emocional da pessoa que está utilizando a roupa e caso ela se sinta aflita, recebe memórias específicas para alterar suas emoções. Mas que maluquice é essa?
Você tem acompanhado a série de filmes Harry Potter? Quem assistiu ao último filme deve lembrar-se muito bem da cena em que o menino bruxo tem acesso às memórias do personagem do mal e pode visualizá-las num recipiente mágico. A jaqueta Wearable Absence seria algo parecido, mas com a diferença de que você necessita de tecnologia em vez de magia.
Obviamente, a jaqueta não grava tudo o que você pensou em sua vida, até porque ela não é programada para analisar as memórias do cérebro da pessoa. No entanto, analisar a complexidade dessa tecnologia é bem interessante, visto que ela consegue aliar atividades reais ao mundo dos bits. O ser ausente deixa as mensagens
A caixa postal dos celulares e dos telefones residenciais foi uma invenção bem interessante. Agora imagine se fosse possível ouvir a voz de um parente querido que já se foi. Essa função tem sido desenvolvida pela equipe da Wearable Absence e deve funcionar sem muitas complicações, visto que a jaqueta terá funções especiais para gravar a voz do usuário inicial e transmitir tais recados em momentos apropriados para o usuário posterior.
Como assim? Por se tratar de um equipamento com tecnologia de última geração, a Wearable Absence consegue receber instruções de uma pessoa, que serão ativadas de acordo com a necessidade.
Por exemplo: se o seu avô tivesse usado uma jaqueta dessas e tivesse gravado uma mensagem para lhe dizer quando você entrasse numa universidade, mas ele não teve tal oportunidade, a jaqueta que você usar poderá receber essa memória e transmiti-la no momento exato. Relembre com imagens e vídeos
Tudo bem, essa tecnologia nós já temos e podemos ver fotos e vídeos quando quisermos, contudo é muito improvável que você possua uma jaqueta que reproduz fotos e vídeos. A Wearable Absence deve ser a primeira roupa tecnológica dotada de uma série de LEDs unificados, capazes de transmitir textos, imagens e vídeos.
Novamente entra o fator da praticidade, pois a Wearable Absence será tão inteligente que reproduzirá o conteúdo captado automaticamente. Ou seja, além de relembrar a voz, você pode ver sempre que quiser a pessoa amada. Memórias não devem ser eternizadas
O objetivo principal da Wearable Absence é justamente proporcionar uma vida melhor para quem ainda está vivo. Talvez aí esteja o principal motivo pelo qual a jaqueta não grava tudo o que passa pelo cérebro da pessoa. Seria muito complicado criar um filtro inteligente para selecionar o que realmente importa e também seria desnecessário um amigo ou parente saber que você adorava ler revistas no banheiro. Ou será que isso seria legal?
Enfim, independente de quais memórias a roupa vai gravar, nota-se que a funcionalidade do dispositivo é interessante. Não há divulgações quanto a preços ou disponibilidade do produto, sendo que é provável que ele nem seja comercializado. Você compraria essa jaqueta? Seria interessante a transferência de emoções e memórias para outras pessoas ou não serviria de nada tal funcionalidade? Construa um Baixaki ainda melhor com sua opinião.
Você já deve ter recebido alguma corrente de email com as histórias mais assustadoras e bizarras. Mas o que fazer quando o maior mito da rede se revolta com essas mensagens?
Diariamente recebemos centenas de mensagens. Dúvidas, elogios, reclamações, comentários, pedidos de emprego e o que mais você possa imaginar. A grande maioria é de usuários querendo participar e interagir com nossa equipe, mas algumas mensagens realmente fogem de qualquer lógica possível.
Porém, um deles chamou nossa atenção. Primeiro porque o remetente resumia-se apenas a um nome sem qualquer referência ao endereço de email. Era como se aquela mensagem tivesse surgido do dia para a noite em nossa caixa de entrada, sem qualquer explicação possível.
Além disso, o assunto e o conteúdo do texto fizeram que até os mais corajosos redatores sentissem aquele frio na espinha. Era tudo tão bizarro, e ao mesmo tempo misterioso, que era impossível duvidar do que líamos. Tinha de ser verdade!
Decidimos então atender ao pedido de publicar o email na íntegra, sem ocultar nenhum ponto, nem resumir o material. Portanto, apague as luzes, respire fundo e confira a mensagem mais bizarra que o Baixaki já recebeu. Acredite se quiser. Assunto: Carta aberta aos usuários De: Samara (??????) Para: 'estroboscópica (lennonr.dias@hotmail.com)
Olá, meu nome é Samara e eu tenho 13 anos. Ou teria, caso estivesse viva. Vocês certamente já ouviram falar de mim depois da enorme corrente de emails que criei na tentativa de me vingar do fazendeiro que me negou ajuda quando caí de bicicleta no arame farpado de sua fazenda, há alguns anos.
O motivo que me faz novamente, em espírito, enviar emails é a minha profunda indignação com o resultado de meu apelo anterior. Em vez de as pessoas sensibilizarem-se com meu sofrimento e trazerem paz à minha alma, criaram novas formas de assustar os outros, com histórias fantasiosas e lendas urbanas sem sentido.
Pode parecer brincadeira, mas não é. A enorme quantidade de correntes originadas abalou minha credibilidade ao ponto de ninguém mais acreditar em meu destino. O fazendeiro que riu de mim continua livre até hoje e minha alma ainda perambula por este mundo, como bem podem perceber.
Peço que essa mensagem seja publicada na íntegra, sem ocultar nenhuma de minhas palavras. Caso isso aconteça, algo terrível acontecerá a todos os redatores deste site às 04h17. O blogueiro Wikerson Landim ignorou essa mensagem e desapareceu na madrugada seguinte. Que fique o exemplo. Fantasmas plagiadores
Quando mandei o primeiro email, contando minha triste história, nunca imaginei que fantasmas fossem tão sem criatividade. Bastou que as algumas pessoas encaminhassem o recado para seus amigos para que o verdadeiro estrago fosse feito: uma enorme inclusão digital ocorreu no outro mundo, o que fez com que todos os espíritos aprendessem a usar um computador.
O pior de tudo é que o maior problema não foi o spam que isso gerou (afinal não vieram para minha caixa de entrada), mas é que todas as mensagens seguintes às minhas seguiram a mesma formatação que eu utilizei! Isso é plágio! Não existe um órgão fiscalizador para isso no plano espiritual? Muitas almas adotaram o mesmo sistema de “encaminhe essa mensagem para tantos amigos e ajude a salvar minha alma”, enquanto outros foram mais ameaçadores: ou você repassava ou a morte iria ao seu encontro em breve.
A Loira de Vermelho, por exemplo, criou dezenas de versões para sua história, que já era conhecida muito antes da internet. Transformou-se em Loira do Banheiro e do Espelho. Fez um marketing viral ao espalhar fotos em que seu vulto aparece escondido em vários lugares e dizia que roubaria a alma de quem desdenhasse de suas palavras. Exibida!
Com a inundação de emails idênticos, as pessoas deixaram de acreditar nas histórias que liam. Para que vocês tenham uma ideia, a quantidade de encaminhamentos do meu pedido caiu mais de 70% desde a popularização dessas correntes. Como posso conseguir ter paz se minha mensagem não tem credibilidade alguma? Cuide bem de seu rim
Mas não foram apenas os espíritos que colocaram um fim na fé que as pessoas tinham com minhas ameaças. Os vivos mais céticos, por exemplo, acharam que tudo não passava de uma piada e decidiram criar suas próprias correntes. Na falta de uma história dramática (e real) como a minha, inventaram outras totalmente fantasiosas, que beiram o impossível.
A que mais me impressiona, seja pelo nível de detalhes ou no quanto as pessoas acreditam nela, é o boato do roubo de rins. Entre as várias versões existentes, a mais famosa é a de uma gangue que drogava suas vítimas em baladas. Quando ela acordava, estava dentro de uma banheira com gelo e uma enorme cicatriz em suas costas. Ao lado, um bilhete avisando que ela deveria ligar para o hospital o mais rápido possível.
Se eu conhecesse quem criou essa mentira, juro que eu realmente lhe arrancaria os rins! Apesar de já ter recebido um email desses dizendo que alguém da minha cidade teve seus órgãos vendidos para o mercado negro, nunca a conheci. Sabem por quê? Porque é simplesmente impossível alguém sobreviver sem os dois rins!
Além disso, há um pequeno detalhe que deixa clara a mentira. Como assim um ladrão de órgãos deixa um bilhete para que você possa se salvar? Ao menos enquanto eu era viva, os bandidos não eram tão benevolentes, principalmente um que parece ter saído do filme Jogos Mortais. Agora só falta dizerem que havia um palhaço andando de triciclo no local. A evolução do mito
O roubo de rins não foi o bastante. Para fazer com que as pessoas continuassem a encaminhar as mensagens (e deixar a minha de lado!), era preciso criar novos boatos. Então, em uma tremenda falta de criatividade, fizeram novas versões de velhas histórias para assustar os outros via email.
A proposta ainda era a mesma: uma gangue que drogava as vítimas para cometer seus crimes. As primeiras mensagens contavam sobre um grupo que atacava em estacionamentos de shoppings de uma grande capital. Com um pano umedecido em éter, o criminoso fazia a pessoa desmaiar e roubava todos os seus pertences.
Muita gente acreditou na história por muito tempo. Quando perceberam a mentira, evoluíram para outros crimes: abuso sexual, lavagem cerebral e, novamente, o roubo de rins (santa criatividade!). Depois, para não ficar repetitivo, os bandidos passaram a usar um composto natural utilizado por índios que paralisava a vítima por até quatro dias. Só me pergunto como é que os europeus (também tem uma versão dessa história em Portugal e Espanha) conseguem esse paralisante que os índios brasileiros criaram. Cinema de terror
Apesar de minha revolta em relação a essas correntes, devo admitir que algumas são criativas. Um exemplo é a lenda de que seringas foram espalhadas em cinemas de várias capitais do Brasil. As pessoas, sem perceber a presença do objeto, sentavam sobre ele e então descobriam que tinham acabado de serem infectadas pelo vírus da AIDS.
Obviamente, isso tudo é mentira. Como alguém vai colocar uma seringa dentro da poltrona do cinema? Ainda assim, é engraçado imaginar uma pessoa, com todo o empenho do mundo, rasgando e costurando o assento enquanto tenta fugir dos lanterninhas. Pacto com o demo Abra seu email agora e contabilize a quantidade de mensagens que afirmam que determinada celebridade fez um pacto com o demônio. Aposto que, no mínimo, uns 13 famosos são chegadas do Tinhoso e deixam isso bem claro em suas obras. Algo bem ao estilo “O Poderoso Chefão”.
Basta que uma música faça sucesso para que haja um significado satânico por trás. Se a letra tiver algo que não faça o menor sentido, é mais uma comprovação de que é uma evocação das trevas. Isso é óbvio, já que todo mundo sabe que, se você bater a cabeça no teclado e ler de trás para frente, vai ver uma mensagem do mal.
Porém, algumas mensagens realmente são bem assustadoras. Certa vez recebi um email que mostrava vários quadros de crianças chorando. O autor teria feito um pacto com o demônio: em troca da fama, ele deveria retratar as lágrimas dos pequenos.
O problema é que as imagens realmente são deprimentes e fazem com que você fique com um pé atrás com a história toda. Eu mesma morri acreditando que era a única corrente de verdade, mas no outro mundo fui direto à fonte e descobri que era mentira. Como bem dizia um velho amigo meu: “Está tudo bem agora”. Malditos vídeos
Boa parte da culpa de minha corrente não ter mais o mesmo apelo de antigamente é o fato de ser apenas texto, sem nenhuma foto para tornar tudo ainda mais crível. E com razão, afinal quem tiraria uma foto de um espírito?
Porém, as pessoas precisam ver para crer. É por isso que os vídeos mal-assombrados são a nova sensação da internet. Quem vai se preocupar com a alma de uma menina morta que manda emails quando o Justin Bieber faz apresentações no YouTube?
O site tem dezenas de vídeos com mensagens subliminares. Filmes da Disney de adoração ao demônio, o lendário "Obedece a la morsa" e o faz com que se mate em seguida e o Mickey suicida são os mais bizarros, mas claramente falsos. Talvez esteja na hora de eu me atualizar, já que as pessoas continuam a acreditar nessas mentiras só porque veem algo que não faz muito sentido.
Porém, alguns são realmente assustadores. Por mais que dê para perceber que é apenas mais uma lenda urbana, a edição cria um clima de tensão capaz de fazer com que você acredite na história criada para o vídeo.
Um exemplo disso é o misterioso "Mereana Mordegard Glesgorv", chamado por muitos de "o filme que foi proibido pelo YouTube", mesmo possuindo dezenas de versões no site. Nele, um estranho homem encara o usuário por mais de 2 minutos. A imagem é trêmula e possui um sinistro tom de vermelho com uma trilha sonora digna de um filme de terror. No fim, o estranho homem sorri ironicamente para a câmera.
A lenda sobre esse vídeo diz que todos que assistiram ao filme na íntegra simplesmente enlouqueceram. Alguns se jogaram pelas janelas enquanto outros arrancaram seus olhos e enviaram para a sede do YouTube, o que forçou o site a proibir sua exibição. Caça-fantasmas
Diante da descrença das pessoas em relação à minha história, que passaram a vê-la como outra lenda urbana qualquer, decidi tomar uma medida drástica. Ao invés de chegar de repente na casa da pessoa e fazer algo com ela, a melhor alternativa é enviar um aviso prévio. Calma, seu telefone não vai tocar ao terminar de ler este texto, como minha xará fazia nos cinemas. Em vez disso, você, senhor usuário, é quem vai ficar atento à presença de fantasmas. Com isso você deixa de ser enganado por essas besteiras criadas na internet e passa a acreditar em espíritos de verdade, como este que vos escreve.
Desde que morri, a tecnologia evoluiu ao ponto de ser capaz de detectar a presença de seres do além-mundo. O programa EMF 6742, por exemplo, indica a existência de espíritos em sua casa, principalmente aqueles que atrapalham na transmissão de sua rede sem fio (sim, a gente faz isso).
Além disso, foram desenvolvidas câmeras capazes de visualizar espectros. Porém, elas são utilizadas para encontrar corpos enterrados, o que impede seu uso para detectar minha aproximação.
Como as plantas utilizam o material em decomposição como fertilizante, uma pequena luz é emitida e captada pelo equipamento. A não ser que você corra para onde meu corpo foi enterrado, ela não vai ser de grande ajuda.
Com essas ferramentas, espero que as pessoas voltem a acreditar em mim e em meu triste destino. Então, se você receber outra mensagem minha, saiba que não é brincadeira ou outra palhaçada da internet. Quero minha credibilidade de volta, nem que eu tenha de levar a alma de alguém para isso. Achou que iria ficar livre de minha maldição? Repasse este artigo para 10 amigos, envie no Twitter e deixe seu comentário. Caso quebre essa corrente, algo terrível vai lhe acontecer às 3h15 de amanhã.
- Faaaaaaaala, playboy! Tava esperando mesmo tu me ligar…
- Olha só, você pode ficar com esse telefone e com o cd player, tranquilo, mas o álbum eu queria de volta…
- Tu é maior manezão, hein? Como é que tu deixa um álbum da Copa, quase completo, faltando 2 figurinhas, dentro do carro, no banco do carona?
- Foram menos de 10 minutos…
- É, playboy, mas nóis é rápido. Bom, então vamos negociar: pelo álbum eu tô pedindo 500 contos.
- 500 reais?! Cara, eu não tenho essa grana.
- Claro que tem, playboy… diz aí quanto tu já gastou em figurinha?
- Você não pode dar uma baixada nesse valor?
- (…) Tu tá me achando com cara de palhaço? Aqui o papo é reto: 500 contos na mão ou tu pode dizer tchau pro teu albinho. Chicão, pega lá o isqueiro e taca fogo na seleção da Itália!
- Nããããão! Peraí, calma, vamos conversar. Eu vou tentar conseguir o dinheiro.
- Tu tem 2 horas pra deixar a grana num envelope, no mesmo lugar onde eu arrombei teu carro. E sem gracinha, senão eu encho esse álbum de bala.
Passados menos de 5 minutos, é o telefone do lado do “playboy” que toca.
- Playboy? Sou eu, tudo bom contigo?
- Eu ainda não consegui arrumar o dinheiro, o combinado…
- Não, é outra parada que eu tô querendo falar contigo agora. Seguinte, como tu é um cara responsa, resolvi aliviar pra tu. Vamos mudar um pouquinho o esquema, guarda tua grana porque o pagamento vai ser de outro jeito.
- Outra jeito??
- Então, chegou ao meu conhecimento que um companheiro nosso aqui também tá fazendo o álbum, de formas que o resgate vai ser cobrado em figurinhas. Você pode anotar os números que a gente precisa? 27-38-43-67-115-265 e 403.
- Mas eu não sei se eu tenho essas figurinhas especificamente…
- Ô playboy, pensa um pouco; fala com os amigos, né? Pede no Facebook, sei lá, dá teu jeito aí! Daqui a 2 horas no lugar combinado, ou então já sabe, eu vou esculachar teu álbum na tesoura, e vou começar pelo Kaká.
O fim abrupto da ligação deu início a uma voraz corrida contra o tempo. Se o empenho em conseguir figurinhas se apoiava na meta de completar antes dos amigos o álbum, dessa vez a motivação era tão somente a de preservar a integridade de seu bem mais estimado. Aos amigos que recorreu para concretizar a impensada missão, não houve tempo de justificar a estranheza da situação e do pedido.
Hora e local combinados, lá estava seu troféu, envolto numa sacola plástica de supermercado. O envelope contendo o resgate foi colocado no lugar. Ao folhear, aliviado, as páginas que estampavam a surreal conquista, encontrou um bilhete:
“Quanto tu paga nessas 2 que estão faltando? Se quiser negociar liga pro teu telefone.”
Minhocas o primeiro longa em Stop -Motion brasileiro.
“Minhocas” (Worms)é um projeto brasileiro que está sendo produzido pelaAnimaking de Florianópolis. Um longa-metragem em animação stop-motion para o público infantil, mas que promete ser atrair todas as idades. O filme está sendo dirigido por Arthur Nunes e Paolo Conti.
Inspirado no curta homônimo de 15 minutos, vencedor do prêmio Júri infantil doAnimaMundi 2006, o filme é primeiro no país a utilizar o stop-motion em um longa-metragem. Bacana ver um curta que ganhou um festival, se transformar em um longa com distribuição nacional.
O filme conta a história de Júnior, um menino-minhoca de 11 anos que está tentando se encontrar na turma do condomínio em que vive, e quando é escavado acidentalmente para o mundo extraterreno, vive uma série de aventuras em uma terra comandada por um terrível vilão megalomaníaco.
A Animaking é o maior estúdio de animação na área de stop-motion no Brasil.“Minhocas” está sendo realizado em parceria com a Glaz Entretenimento e conta com a co-produção da Globo Filmes, Fox Filmes e da canadense Wizz Films.
Em 2007, o artista da Costa Rica Guillermo Vargas Habacuc amarrou um cachorro numa galeria para deixá-lo morrer de fome e sede, diante dos visitantes. Pretendia criticar a hipocrisia das pessoas, indiferentes a cães que morrem nas ruas sem que ninguém dê atenção. “Esse cão está mais vivo do que nunca, porque continua dando o que falar”, afirmou. Depois de um abaixo-assinado de protesto com 4 milhões de assinaturas, artista e galeria ensaiaram um desmentido sobre a morte do cachorro, nada categórico.
Também em 2007, o artista plástico cipriota Stelios Arcadiou, conhecido como Stelarc, implantou uma terceira orelha no seu braço. Stelarc passou 10 anos procurando um cirurgião que aceitasse participar da obra de arte. E anunciou que pretende implantar também um microfone, ligado a um transmissor bluetooth, para que o mundo inteiro possa ouvir o que a orelha ouve.
O ano de 2009 tem tudo para ser lembrado como divisor de águas, ao menos para a indústria cinematográfica. Afinal, não é todo dia que surge um fenômeno comoAvatar, filme que passou a encabeçar a lista dos mais rentáveis da história ao atingir a incrível marca de U$ 2.7 bilhões, sobretudo num tempo em que a pirataria galopante derruba conglomerados do entretenimento como castelinhos de areia.
O êxito comercial proporcionado pelo feito é tamanho que tem dado até aos concorrentes motivos para comemorar. Entre os principais produtores de Hollywood parece ser unânime considerar a tecnologia 3D como tendência irreversível, um presente dos deuses quem sabe, capaz de numa só cajadada arrebatar hordas de espectadores para as salas de exibição e ainda aumentar o valor cobrado pelo ticket médio de entrada. Para os que desconfiam ser essa uma onda passageira, basta mencionar que nos EUA, já em meados de 2010, as três principais bilheterias (Alice no País das Maravilhas, Como Treinar o Seu Dragão e Fúria de Titãs) têm em comum a utilização do bombado efeito.
Posto isso, imaginem com que indignação não foi recebido o artigo que Roger Ebert escreveu há pouco para a Newsweek, intitulado de – já traduzido para português – “Porque eu odeio 3D (e você também deveria)”. Em meia dúzia de parágrafos o crítico descasca o hype de maneira copiosa e, de quebra, levanta uma bandeira, presumo, muito pouco popular atualmente. Agora mesmo está aí você, dizendo “puf… tem sempre um palhaço querendo aparecer..”. Mas, antes de condená-lo ao limbo dos descontentes, de tachá-lo como reacionário e inimigo do progresso, justiça seja feita, não é que o sujeito tem sua razão?
Entre os motivos pelos quais defende seu polêmico ponto de vista, Ebert cita a preguiça que o 3D tende a causar em médio prazo nos diretores, antes acostumados a contornar com criatividade as limitações do 2D. “Relembre as experiências cinematográficas mais significativas de sua vida. Seriam melhores com 3D?”, argumenta. Para ele, boa parte do leque de “truques” demonstrados até agora não passariam de meras distrações à trama principal dos filmes.
E não para por aí. Especialistas atestam que em torno de 15% da audiência de uma sessão em 3D está sujeita à náusea, dor de cabeça e embaçamento da vista. Ainda segundo o jornalista, há interesse da indústria em obrigar os proprietários de cinemas a substituírem seus projetores por outros muito mais caros. Quanto a esse aspecto, a despesa extra tem sido repassada para o consumidor sem grande resistência, ou você não percebeu, no bolso, que os ingressos são relativamente mais caros?
Outra cabível discussão proposta por Ebert é o limite do que é passível ou não de ser exibido em 3D. Thrillers de ação, comédias e animações podem até se beneficiar da tecnologia, mas, o que dizer dos dramas, documentários e suspenses? Não duvide que coisas estranhas virão por aí. A começar pela já revelada intenção de James Cameron de requentar, ops, re-lançar Titanic no referido formato.
Bom, está aí, exposto sobre a mesa, um prato cheio para detratores e defensores. Resta saber se, passado o compreensível entusiasmo inicial, seremos brindados por um uso racional do incremento. Até porque ninguém merece assistir Leonardo di Caprio gritando “I’m the king of the world!”, com os bracinhos abertos, em 3D. Não mesmo.
Ontem me peguei pensando no susto tomado pelo sujeito que primeiro na história viu uma frase estampada no peito de outro. Sim, porque se hoje o hábito de utilizar camisetas como outdoors ambulantes não causa qualquer estranhamento, é de se supor que nossa liberdade de expressão, digamos, “lítero-vestimental” foi assegurada por algum criativo/corajoso do passado, que aceitou pagar esse mico em prol de sua causa.
Tenha sido ele um fervoroso ativista político, um vendedor inescrupuloso ou até um funcionário extremamente dedicado ao negócio do patrão, o fato é que, ao inaugurar o espaço nobre localizado logo abaixo de sua cabeça como vitrine, nosso ilustre e intuitivo desbravador de tendências mal poderia prever os rumos de sua invenção.
Pois, se outrora as frases estampadas se imbuíam de algum propósito – tal como “viva la revolucion”, “diretas já”, “vá ao teatro” ou “doe sangue” – atualmente representam uma retumbante minoria se comparadas a outras que, além de não fazer qualquer sentido, chegam a soar engraçadas.
Pensando bem, talvez a graça nem sempre esteja na mensagem, mas sim em sua relação com o meio; afinal que tipo de reação desperta um senhor de idade avançada, caminhando com a ajuda de sua bengala no calçadão de Ipanema, trajando uma camiseta com o esboço de uma guitarra e a inscrição (traduzida) “essa máquina mata fascistas”? Das duas uma: saldão na loja de departamentos ou presente do neto espirituoso?
A partir daí, passei a reparar nas camisetas alheias e consegui pescar outra pérola, também em inglês, “I love my lifestyle”. Bom, essa aí dá até pra desculpar. Afinal, já amou-se tantas coisas ao longo dos anos que o cara da estamparia deve ter ficado sem repertório. O difícil é entender como alguém resolve levar uma belezura dessas pra casa.
Enveredar-me por esse tema fez lembrar de quando, ao completar 11 anos, ganhei de um amigo do meu pai um moletom com a imagem de uma charrete e a frase “you can make your someday” que, ao pé da letra, seria algo como “você pode fazer o seu algum dia”. Reparem que duas décadas não foram suficientes para atenuar o impacto da expressão. Na ocasião, eu que fazia curso de inglês, cheguei a perguntar a minha professora o que significava aquilo, de tão desconcertado que fiquei.
A filosofia de botequim desse desalmado redator de malharia, possivelmente extraída randomicamente de um disco de rock progressivo ou, quem sabe, fruto de um fluxo de poesia lisérgica, me marcou de maneira tão profunda que se não me tornei um maníaco-obssessivo foi por pura sorte. Mas o que aquela charrete tinha a ver com meu “algum dia”?? Não captei na época, muito menos hoje.
A única explicação que me ocorre para o fenômeno é a de que a banalização, tanto do discurso quanto da moda, transformou as camisetas em telas brancas a serviço da mediocridade. Talvez tenha sido até esse o motivo que inspirou George Michael, em seu megahit Freedom 90, a profetizar “I just hope you understand / sometimes the clothes do not make the man”, frase essa que, é claro, já foi vista revestindo o dorso de alguém.
E se deu na noite de 6 de junho em Los Angeles, às 22 horas (horário de Brasília), transmitido pela MTV Brasil, mais uma edição do MTV MOVIE AWARDS, tendo Aziz Ansari como anfitrião.
Já de cara uma introdução com o icônico personagem de Trovão Tropical Les Grossman satirizando atores da franquia adolescente Crepúsculo e o novo Karate Kid, por exemplo, culminando com o cantor sensação adolescente Justin Bieber chamando Ansari.
Antes da premiação, Aziz estava num papo sobre filmes 3D que estão tão em voga e o quanto parecem video games, e já de cara sacaneando a franquia dos chupadores de sangue teen, o que rende risadas, mas olhares nada alegres de Kristen Stewart.
Apresentações da decotada Katy Perry junto com Snoop Dogg, na performance de California Gurls; e Christina Aguilera aos berros com dançarinas e por vezes usufruindo de playback.
Momentos insanos com Ken Jeong vestido ridiculamente de felino prontamente interrompido pela performance marcante de Tom Cruise como Les Grossman juntamente com Jennifer Lopez (ao som de Get Right), com Ludacris no telão. Aliás, Jeong ganhou o premio Que P#rra É Essa? pela famosa cena de Se Beber Não Case de quando ele sai no porta-malas no deserto.
Um dos pontos altos da noite foi o premio Geração MTV para Sandra Bullock, apresentado por Bradley Cooper, Scarlett Johansson e pela hilária Betty White. Bullock foi simplesmente ovacionada de pé por um tempo, o que rendeu a todos um ‘sentem-se’ da própria atriz.
Ela brincou em dizer que não está morta, que tem celulite, etc. Mas o que chamou mesmo a atenção de todos foi o motivo de Johansson estar no palco, quando Ryan Reynolds deveria. A loira diz que ele não pôde estar e que Reynolds e Bullock deveriam ganhar o premio de Melhor Beijo, por A Proposta, já que ele beija de forma suave. Resultado foi o momento onanista da noite como grand finale: Scarlett Johanson e Sandra Bullock se beijando.
A premiação teve vencedores questionáveis, já que se trata de escolha da audiência, mas ainda assim divertida. Fiquem com os ganhadores da noite. Ah, sim… em tempo. Algumas personalidades hollywoodianas têm prazer ao zoar o elenco de Crepúsculo.
MELHOR FILME
Alice no País das Maravilhas
Harry Potter e o Enigma do Príncipe
Se Beber Nâo Case
A Saga Crepúsculo: Lua Nova
Avatar
MELHOR ATRIZ
Amanda Seyfried, por Querido John
Emma Watson, por Harry Potter e o Enigma do Príncipe
Kristen Stewart, por A Saga Crepúsculo: Lua Nova
Sandra Bullock, por Um Sonho Possível
Zoe Saldana, por Avatar
MELHOR ATOR
Channing Tatum, por Querido John
Daniel Radcliffe, por Harry Potter e o Enigma do Príncipe
Robert Pattinson, por A Saga Crepúsculo: Lua Nova
Taylor Lautner, por A Saga Crepúsculo: Lua Nova
Zac Efron, por 17 Outra Vez
REVELAÇÃOAnna Kendrick, por Amor Sem Escalas
Chris Pine, por Star Trek
Gabourey Sidibe, por Preciosa - Uma História de Esperança
Logan Lerman, por Percy Jackson e o Ladrão de Raios
Quinton Aaron, por Um Sonho Possível
Zach Galifianakis, por Se Beber não Case
MELHOR ATUAÇÃO EM COMÉDIA
Ben Stiller, por Uma Noite no Museu 2
Bradley Cooper, por Se Beber Não Case
Ryan Reynolds, por A Proposta
Sandra Bullock, por A Proposta
Zach Galifianakis, Se Beber Não Case
MELHOR VILÃO
Christoph Waltz, por Bastardos Inglórios
Helena Bonham Carter, por Alice no País das Maravilhas
Ken Jeong, por Se Beber não Case
Stephen Lang, por Avatar
Tom Felton, por Harry Potter e o Enigma do Príncipe
MELHOR BRIGA
Beyonce Knowles vs. Ali Larter, em Obsessão
Hugh Jackman and Liev Schreiber vs. Ryan Reynolds, em X-Men Origens: Wolverine
Logan Lerman vs. Jake Abel, em Percy Jackson e o Ladrão de Raios
Robert Downey Jr. vs. Mark Strong, em Sherlock Holmes
Sam Worthington vs. Stephen Lang, em Avatar
MELHOR BEIJOKristen Stewart e Robert Pattinson, em A Saga Crepúsculo: Lua Nova
Kristen Stewart e Dakota Fanning, em The Runaways
Sandra Bullock e Ryan Reynolds, em A Proposta
Taylor Swift e Taylor Lautner, em Idas e Vindas do Amor
Zoe Saldana e Sam Worthington, em Avatar
MELHOR MOMENTO WTF
Betty White, em A Proposta
Bill Murray, em Zumbilândia
Isabel Lucas, em Transformers: A Vingança dos Derrotados
Ken Jeong, em Se Beber Não Case
Megan Fox, em Garota Infernal
SUPERASTRORobert Pattinson
Kristen Stewart
Taylor Lautner
Johnny Depp
Daniel Radcliffe
MELHOR ATUAÇÃO DE MEDO
Alison Lohman, em Arraste-me para o Inferno
Amanda Seyfried, em Garota Infernal
Jesse Eisenberg, em Zumbilândia
Katie Featherston, em Atividade Paranormal
Sharlto Copley, em Distrito 9
MAIOR ESTRELA BADASS
Angelina Jolie
Channing Tatum
Chris Pine
Rain
Sam Worthington